Análise completa do site de vocês e o caminho para transformar visitas em orçamentos. A conclusão em uma frase: o negócio é bom — o digital é que está desligado.
Os pontos onde a CSM perde orçamento hoje — direto, sem tecniquês.
O Carlos é a autoridade técnica que atende pessoalmente — mas some do site e das redes. A maior força da CSM, invisível pra quem pesquisa.
Onze anos de trabalho e o site não mostra um depoimento, nota ou antes-e-depois. Num serviço de confiança, é o que joga o cliente pro concorrente.
"Rebobinamento de motores em São Leopoldo" não tem dono no Google — e um concorrente de fora do estado está ocupando esse lugar.
Hoje só se fala em conserto de urgência. O contrato de manutenção preventiva — receita que se repete todo mês — não é oferecido.
Quem chega não descobre em 5 segundos o que a CSM faz nem que é de São Leopoldo. E a página de contato, acessada direto, abre em branco.
A home carrega lenta no celular e não há como saber quem visitou nem reconquistar quem saiu — a mídia roda no escuro.
A análise a fundo, ponto a ponto.
Onde o site perde cliente entre a visita e o contato — cada ponto com o custo estimado e a correção. Nota atual: 42/100.
Por que a CSM não aparece no Google como deveria, e o plano técnico pra cravar São Leopoldo e o Vale do Sinos. Nota atual: 39/100.
Não é teoria — é o "depois" já desenhado, pronto pra ver.
A home reconstruída: capa que diz o que a CSM faz e onde, o Carlos à frente, a prova social no lugar e o preventivo lado a lado com o corretivo.
Como atrair os dois tipos de cliente: o de urgência (motor queimou, precisa agora) e o de contrato preventivo (a receita que se repete).
Tudo funcionando junto: atração, captura, conversão e recorrência — a máquina de clientes da CSM, do começo ao fim.
O que a Obralivre propõe pra colocar tudo isso de pé, em fases.
Uma conversa de 20 minutos pra alinhar por onde começar e o que faz mais sentido pra CSM agora.
Falar no WhatsApp ▸